O que

é o Açaí?

Mais do que o alimento, o açaí é uma manifestação cultural que já perdura há séculos, mantido pelas mãos do povo brasileiro.

O Açaí (Euterpe Oleracea), também chamado de açaizeiro ou juçara é uma palmeira que produz um fruto (bagas) roxo muito utilizado pela população nortista em sucos, pastas e cremes.

Mais do que um alimento, o açaí é uma manifestação cultural que se mantém há séculos pelas mãos do povo brasileiro. A fruta que alimenta o povo da bacia Amazônica, agora fornece o sabor da floresta para você.

A equipe Guarani Açaí se sente orgulhosa por poder fornecer aos brasileiros todos os benefícios que o açaí pode proporcionar. Objeto de dezenas de pesquisas científicas, o Açaí é considerado o alimento do futuro, devido às suas propriedades nutricionais. Além disso, seu sabor inegável conquista até os paladares mais refinados.

A origem do nome

O nome Açaí é de origem tupi, e significa “a fruta que chora”. De acordo com o folclore, existiu uma grande tribo indígena na floresta tropical que sofria com a escassez de alimentos. Devido à dificuldade para alimentar a tribo, o cacique Itaki tomou a decisão de sacrificar, a partir daquele dia, todos os recém-nascidos a fim de evitar o aumento da população de sua tribo.

Até que um dia, a própria filha do cacique, Iaçá, deu à luz uma menina que também teve de ser sacrificada. Iaçá, então, pediu a Deus, Tupã, para mostrar ao seu pai outra maneira de ajudar seu povo, sem sacrificar as crianças.

Uma noite, Iaçá ouviu um choro de criança e foi à procura de sua filha, quando a viu sorrindo de uma grande palmeira. Ela atirou-se à menina, abraçando-a. No entanto, misteriosamente, a criança desapareceu.

Iaçá, inconsolável, chorou até perder a vida. No dia seguinte, seu corpo foi encontrado abraçado à palmeira. No entanto, seu semblante era de felicidade. E seus olhos miravam o topo da palmeira, que estava carregado com pequenos frutos escuros.

Os índios colheram os frutos, que resultaram em um suco vermelho, batizado por Itaki de Açaí (IAÇA em sentido inverso), em homenagem a sua filha. Itaki alimentou seu povo e, a partir daquele dia, nunca mais sacrificou outro ser humano.